Entre os dias 08 e 12 de janeiro, o 1º tenente Douglas Amaral da Cunha realizou o Programa de Treinamento em Emergências no Flight Training Device (FTD), modelo AS550 (HA-1 Fennec AvEx), na Divisão de Simulação do Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx) em Taubaté-SP. O FTD é um simulador de aeronaves semelhante às que o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) usa em suas operações, como é o caso dos Arcanjos 01 e 03 (modelo AS350 B2).
A utilização de simuladores de helicópteros proporciona uma experiência prática e valiosa. Os simuladores permitem que os pilotos enfrentem uma variedade de cenários de emergência de forma controlada e realista, aprimorando suas habilidades de resposta a situações críticas. Isso não apenas reforça o treinamento teórico, mas também oferece um ambiente seguro para a experimentação e aprendizado, preparando os pilotos para agir com eficácia em situações reais, sem comprometer a segurança das operações.
Durante o programa foram realizadas missões como voo de adaptação ao simulador, treinamentos em caso de apagamento de motor com a aplicação do procedimento de auto rotação, panes de luzes amarelas e vermelhas no painel de alarmes e demais procedimentos de emergências com base no manual de voo das aeronaves.
Na busca contínua por aprimorar a eficiência e segurança das operações aéreas do Batalhão de Operações Aéreas do CBMSC, a realização de curso de treinamento de emergência para pilotos de helicópteros emerge como uma necessidade crucial. Do ponto de vista profissional, o curso proporciona aos pilotos habilidades específicas para lidar com situações críticas, elevando seu nível de competência e preparando-os para enfrentar desafios complexos durante missões de alto risco.
Além disso, a importância do curso se estende ao âmbito pessoal dos pilotos. Ao serem treinados para lidar com emergências, os profissionais desenvolvem confiança e resiliência, fatores fundamentais para enfrentar situações adversas. A capacidade de tomar decisões rápidas e eficazes em momentos de crise não apenas beneficia o piloto, mas também contribui para a segurança da equipe e da sociedade atendida.